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Atacante atleticano diz que espera grande presença do torcedor atleticano em Belo Horizonte



O atacante Diego Tardelli comemorou mais um gol com a camisa do Atlético. O atleta marcou seu sexto gol no Campeonato Mineiro, diante do Democrata, no Ipatingão, pelas semifinais do Estadual (assista aos melhores momentos). O Galo chegou a fazer 2 a 0, mas acabou cedendo espaço no segundo tempo. Assim, a Pantera subiu de produção e diminuiu o placar. E não foi a primeira vez que isso aconteceu.

No primeiro jogo das quartas de final, contra o América, o Galo fez 3 a 2 na primeira etapa e, no segundo tempo, levou o empate. Na segunda partida, no Ipatingão, o Galo novamente saiu na frente, abriu 2 a 0 e sofreu o empate no fim.

- A gente tinha que ter matado o jogo. Tivemos condições para isso. Perdemos oportunidades. Isso não pode acontecer, disse o técnico do Atlético, Vanderlei Luxemburgo.

De fato, no primeiro tempo, o Galo teve várias oportunidades de ampliar o marcador. Muriqui, Fabiano e Diego Tardelli perderam chances claras, de cara com o goleiro Bruno, do Democrata.

- Fiquei muito feliz. Tenho certeza que ajudei a equipe, não só com o gol, mas também com meu futebol. Mas, a gente tinha que ter mais capricho na hora de marcar, lamentou o atacante Diego Tardelli, do Galo.

Agora, no próximo fim de semana, o Galo volta a enfrentar o Democrata, desta vez no Mineirão. Para se classificar para a final, o time de Belo Horizonte precisa apenas de um empate.

- Tenho certeza de que vamos render mais. No Mineirão, a torcida vai comparecer em maior número. Vamos fazer um bom jogo e garantir a vaga na decisão, falou Tardelli.

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Goleiro treina, mas está fora da partida desta quarta-feira, em Montevidéu


Felipe lança a bola com as mãos no treino desta segunda. Goleiro não usou os pés

Apesar de ter participado do treinamento desta segunda-feira pela manhã, no Parque São Jorge, o goleiro Felipe está fora da partida entre Racing-URU e Corinthians, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), em Montevidéu, pela Taça Libertadores.

A comissão técnica do Timão e o departamento médico entendem que o jogador ainda não está totalmente recuperado da lesão muscular que sofreu na coxa direita, principalmente por não fazer todos os movimentos. Na atividade deste início de semana, o jogador não cobrou tiros de meta e não fez outros movimentos mais bruscos com o local machucado.

Felipe não atua desde o dia 24 de março, data da derrota por 1 a 0 para o Paulista, na Arena Barueri, pelo Estadual. Depois disso, ele ficou ausente das partidas frente a São Paulo, Cerro Porteño-PAR, Ituano e Rio Claro. Rafael Santos, substituto dele em todas elas, permanece na posição.

O técnico Mano Menezes tem ainda outros dois problemas para formular a relação de jogadores que levará para o Uruguai. O laterais Alessandro e Moacir estão em fase final de recuperação de problemas físicos e são dúvidas. Sem eles, o treinador improvisou o volante Marcelo Mattos na função.

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Péricles Bassols e João Arruda foram traídos por seus posicionamentos em lances de Herrera e Willians, nos clássicos do fim de semana

Eliminados da disputa pelo título estadual, tricolores e vascaínos têm motivo para se queixar da arbitragem na semifinal da Taça Rio. Nos jogos contra Botafogo e Flamengo, respectivamente, foram cometidos erros que poderiam ter mudado o placar da partida. No sábado, Péricles Bassols não viu que, no lance do terceiro gol, Herrera estava em impedimento no chute de Caio. E, no domingo, João Batista de Arruda não viu o toque de Willians na bola, atrapalhando o cabeceio de Thiago Martinelli, já no fim da partida.

O Futebol 2.0 exibe os lances e destaca o posicionamento dos dois árbitros, o que poderia explicar suas decisões equivocadas. O Botafogo bateu o Fluminense por 3 a 2, e o Flamengo derrotou o Vasco por 2 a 1.

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Presidente da COAF defende arbitragem carioca e admite erro no gol da vitória do Botafogo sobre o Fluminense

As arbitragens no Campeonato Carioca neste fim de semana geraram muita polêmica, tanto nas duas semifinais quanto no Triangular da Morte, que vai decidir o segundo rebaixado para a Segundona. Entretanto, o presidente da Comissão de Arbitragem de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (COAF-RJ), Jorge Rabello, defendeu os três juízes dos jogos.

Flamengo e Vasco jogaram no Maracanã, neste domingo, e o Fla venceu por 2 a 1. Os vascaínos não gostaram da atuação de João Batista de Arruda, árbitro da partida. A principal reclamação foi sobre um toque de mão de Willians na área, o que daria ao time de São Januário a chance de cobrar um pênalti e empatar o jogo por 2 a 2. O Rubro-Negro ficou com a vaga para a final da Taça Rio.

Na visão de Jorge Rabello, não houve o toque de Willians, embora o mesmo já tenha admitido:

- Passar a responsabilidade (da derrota) já é mais velho que a minha avó. Como foi prejudicado pela arbitragem? Afirmo e reafirmo, e as pessoas podem assistir ao vídeo no GLOBOESPORTE.COM, que a bola não bateu na mão do Williams. Fora isso, qual foi o outro erro do Arruda? O pênalti no Léo Moura foi pênalti... Ninguém questionou por que o Juan (expulso no segundo tempo) deu um carrinho desnecessário na lateral... O árbitro acertou lances dificílimos - disse o dirigente, em entrevista à Rádio Brasil.

Rabello também explicou por que um dos árbitros assistentes que ficam ao lado do gol não pôde ajudar João Batista de Arruda no lance de Willians.

- Ele até poderia ajudar, mas não pode. Então, o que eles estão fazendo ali? Uma coisa garanto a você, nenhum caso igual ao do Henry vai acontecer. E nem teremos dúvida se a bola entrou ou não entrou. Temos uma sinalização para isso. Infelizmente só pode ser assim, para essas duas situações específicas, pois a International Board não deixa. Vamos pedir para fazer no ano que vem como é na Liga Europa - declarou o dirigente, se referindo ao gol irregular da França nas eliminatórias, em que o atacante utilizou a mão na área e a arbitragem não viu, e também à experiência da UEFA com assistentes ao lado dos gols em uma de suas ligas.

No sábado, na semifinal entre Fluminense e Botafogo, dois lances geraram reclamação por parte do Fluminense. Primeiro, os tricolores queriam que Leandro Guerreiro fosse expulso após a marcação de pênalti - Péricles Bassols Cortez assinalou toque de mão do volante na área. E na etapa final, o meia Caio marcou o gol da vitória. Entretanto, Herrera, em posição de impedimento, deixou a bola passar entre suas pernas, atrapalhando o goleiro Rafael.

- Nem toda infração dentro da grande área tem que ser punido pelo cartão amarelo. Pênalti é uma infração como uma falta fora de área - disse Rabello, para comentar em seguida o lance do gol de Caio:

- Não dá para brigar com a imagem. O árbitro disse que não viu porque estava encoberto, e a assistente disse que na distância que estava ela não teve a exata noção de que a bola passou entre as pernas do Herrera. Por isso, não conseguiu ver que houve interferência. Em um primeiro instante, parece que o Herrera atrapalhou mesmo o goleiro.

Polêmica também na luta contra o rebaixamento

Também no sábado, Duque de Caxias e Resende se enfrentaram pela primeira rodada do Triangular da Morte, que vai decidir quem será o segundo rebaixado, ao lado do Tigres. O Duque venceu por 2 a 1, com um gol aos 53 minutos do segundo tempo.

Tanto a marcação do pênalti quanto o tempo de acréscimo do árbitro Lenílton Rodrigues Gomes foram alvos da revolta do Resende após a partida.

- A Ferj vai colocar o vídeo do jogo à disposição para quem quiser, a gente dá uma cópia do jogo. O lance do pênalti já está disponível no site. Sobre os acréscimos, o Duque de Caxias fez 1 a 0 e fez cera, depois o Resende empatou e fez cera. Não pode beneficiar alguém, tem que dar o tempo a mais que for necessário - explicou Rabello.

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