
Chuvas no Rio preocupam o técnico Gaúcho, que pretende montar a equipe já nesta quarta-feira. Carlos Alberto pode reaparecer no time
Márcio Iannacca Rio de Janeiro
O técnico Gaúcho voltou a ter problemas para comandar uma atividade em São Januário. Com o gramado da Colina encharcado, o treinador do Vasco foi obrigado a trabalhar no ginásio. O grupo fez um treino física e disputou um recreativo diferente do habitual. Os jogadores participaram de uma animada partida de “queimado”. Recuperado de uma lesão na coxa esquerda, Carlos Alberto treinou com o restante dos companheiros e pode reaparecer na equipe.
A atividade durou cerca de uma hora. Os primeiros 45 minutos foram comandados pelo preparador físico Flávio de Oliveira, que exigiu empenho dos atletas. A expectativa de Gaúcho é de comandar um trabalho tático no treino da tarde desta quarta-feira, em São Januário. O treinador vai esboçar a escalação da equipe titular.
- É lamentável toda essa situação que o Rio está vivendo. Dei uma olhada no campo, e realmente não dava para trabalhar. Estava muito encharcado. Eu pretendo ir ao campo para montar a equipe na parte da tarde. Mesmo sem os trabalhos no gramado, nós teremos muito tempo nos próximos dias para encaixar o nosso time para o jogo – afirmou o treinador.
Gaúcho não poderá contar com o zagueiro Gian e com os volantes Nilton e Rafael Carioca, todos suspensos. O treinador admitiu ter algumas dúvidas para escalar a equipe para a partida de domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã, contra o Flamengo, pelas semifinais da Taça Rio.
- Convivemos com essas coisas na função de técnico. Ganhamos um jogador aqui e perdemos outro. O Vasco tem um grupo bom, com jogadores focados. O grupo está dando o que tem e o que não tem. Vamos esperar o treino para definir a equipe – disse o comandante vascaíno.
Flamengo x Vasco: ingressos à venda para a semifinal nesta quarta-feira
Times decidem vaga na decisão da Taça Rio neste domingo, no Maracanã
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
A venda de ingressos para a semifinal entre Flamengo e Vasco, no próximo domingo, às 16h, no Maracanã, começa nesta quinta-feira, com os sócios podendo comprar as entradas na quarta-feira, nas sedes dos dois clubes. No dia da partida não haverá venda no estádio, somente nos demais postos. Há o limite de três bilhetes por pessoa. Os ingressos podem ser adquiridos das 9h às 17h em todos os pontos de venda.
Confira os preços
Cadeira especial R$ 150 (meia R$ 75)
Arquibancada verde, amarela ou branca R$ 50 (meia R$ 25)
Cadeira comum R$ 30 (meia R$ 15)
Obs: estudante tem direito à meia-entrada. Menores de 12 anos, idosos e deficientes físicos têm direito à gratuidade na cadeira comum.
Os postos de vendas
Bilheterias da Gávea (Praça N. S. Auxiliadora);
Bilheterias do Estádio de São Januário;
Bilheterias do São Cristóvão F.R;
Bilheterias do Ginásio do Tijuca Tênis Clube;
Rua São João nº. 34 loja 114 – Centro – Niterói;
Maracanã, bilheteria 8;
Arena da Barra
Venda pela internet: comprar através do site www.ingressofacil.com.br.
Times decidem vaga na decisão da Taça Rio neste domingo, no Maracanã
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
A venda de ingressos para a semifinal entre Flamengo e Vasco, no próximo domingo, às 16h, no Maracanã, começa nesta quinta-feira, com os sócios podendo comprar as entradas na quarta-feira, nas sedes dos dois clubes. No dia da partida não haverá venda no estádio, somente nos demais postos. Há o limite de três bilhetes por pessoa. Os ingressos podem ser adquiridos das 9h às 17h em todos os pontos de venda.
Confira os preços
Cadeira especial R$ 150 (meia R$ 75)
Arquibancada verde, amarela ou branca R$ 50 (meia R$ 25)
Cadeira comum R$ 30 (meia R$ 15)
Obs: estudante tem direito à meia-entrada. Menores de 12 anos, idosos e deficientes físicos têm direito à gratuidade na cadeira comum.
Os postos de vendas
Bilheterias da Gávea (Praça N. S. Auxiliadora);
Bilheterias do Estádio de São Januário;
Bilheterias do São Cristóvão F.R;
Bilheterias do Ginásio do Tijuca Tênis Clube;
Rua São João nº. 34 loja 114 – Centro – Niterói;
Maracanã, bilheteria 8;
Arena da Barra
Venda pela internet: comprar através do site www.ingressofacil.com.br.
Polemica em Porto Velho-Ro
Domingos Anastácio de Oliveira diz que não tem obrigação de dar hospedagem e acusa jogadores de quebrar a casa de um juiz.
Depois de ver os jogadores do Cruzeiro (RO) entrarem na Justiça do Trabalho por maus-tratos, o presidente do clube, Domingos Anastácio Pinheiro de Oliveira, conhecido como “Loló", minimizou o fato e ainda culpou-os pela polêmica criada. Ele admitiu que os salários estão atrasados em um mês, mas disse que os atletas não passaram fome em Porto Velho.
- Eles não tinham razão para fazer isso. Recebemos jogadores de empresários para fazer testes e não tínhamos obrigação de pagar a hospedagem deles aqui. Dos atletas que entraram na Justiça, apenas uns três têm contrato conosco. Além disso, só estamos com um mês de atraso. Diga-me: qual clube no Brasil não deve? Tínhamos responsabilidade com os jogadores do clube - afirmou.
Quanto à denúncia de maus-tratos e de problemas de alojamento, o presidente afirmou que procurou acolher os jogadores e que chegou a ceder a própria casa. Ele garantiu que tem testemunhas e recibos de alguns estabelecimentos para provar.
- Nunca passaram fome aqui em Porto Velho. Os jogadores do clube ficaram em hotéis, passaram por restaurantes e até na minha casa. Tenho comprovante disso tudo. A chácara, que eles citam, ficou dois dias sem luz, pois teve problemas na fiação. Na verdade, foram dois jogadores que começaram com esse tipo de rebelião. Acho que fizeram por problemas particulares, e os demais se sentiram intimidados. Chegaram a quebrar a casa de um juiz, que nos abrigou na cidade de São Miguel do Vale do Guaporé. Eles vão pagar pelo que fizeram - prometeu.
O dirigente revelou que vai à Justiça para denunciar os danos causados pelos jogadores. Depois de toda a polêmica, segundo ele, o clube perdeu seu único patrocínio.
- O clube está nessa situação por causa deles. Recebi uma informação, na manhã desta quarta-feira, de que perdemos o patrocínio de R$ 10 mil, que serviria para pagá-los. Ninguém nos ajuda. Eles sabem que estão errados. Já tentei alugar uma casa para eles na cidade, mas ninguém aceita - disse.
Entenda o caso
Os jogadores alegam que, ao chegarem a Porto Velho, foram alojados na residência de Loló e em um hotel de trânsito. Depois, teriam sido mandados para a cidade de Cerejeiras, em uma casa “em péssimas condições”, e levados a uma chácara onde, segundo eles, não havia energia elétrica ou água limpa para tomar banho. Eles disseram que chegaram a ser esquecidos no vestiário do estádio Aluízio Ferreira, após uma partida em que perderam por goleada.
Domingos Anastácio de Oliveira diz que não tem obrigação de dar hospedagem e acusa jogadores de quebrar a casa de um juiz.
Depois de ver os jogadores do Cruzeiro (RO) entrarem na Justiça do Trabalho por maus-tratos, o presidente do clube, Domingos Anastácio Pinheiro de Oliveira, conhecido como “Loló", minimizou o fato e ainda culpou-os pela polêmica criada. Ele admitiu que os salários estão atrasados em um mês, mas disse que os atletas não passaram fome em Porto Velho.
- Eles não tinham razão para fazer isso. Recebemos jogadores de empresários para fazer testes e não tínhamos obrigação de pagar a hospedagem deles aqui. Dos atletas que entraram na Justiça, apenas uns três têm contrato conosco. Além disso, só estamos com um mês de atraso. Diga-me: qual clube no Brasil não deve? Tínhamos responsabilidade com os jogadores do clube - afirmou.
Quanto à denúncia de maus-tratos e de problemas de alojamento, o presidente afirmou que procurou acolher os jogadores e que chegou a ceder a própria casa. Ele garantiu que tem testemunhas e recibos de alguns estabelecimentos para provar.
- Nunca passaram fome aqui em Porto Velho. Os jogadores do clube ficaram em hotéis, passaram por restaurantes e até na minha casa. Tenho comprovante disso tudo. A chácara, que eles citam, ficou dois dias sem luz, pois teve problemas na fiação. Na verdade, foram dois jogadores que começaram com esse tipo de rebelião. Acho que fizeram por problemas particulares, e os demais se sentiram intimidados. Chegaram a quebrar a casa de um juiz, que nos abrigou na cidade de São Miguel do Vale do Guaporé. Eles vão pagar pelo que fizeram - prometeu.
O dirigente revelou que vai à Justiça para denunciar os danos causados pelos jogadores. Depois de toda a polêmica, segundo ele, o clube perdeu seu único patrocínio.
- O clube está nessa situação por causa deles. Recebi uma informação, na manhã desta quarta-feira, de que perdemos o patrocínio de R$ 10 mil, que serviria para pagá-los. Ninguém nos ajuda. Eles sabem que estão errados. Já tentei alugar uma casa para eles na cidade, mas ninguém aceita - disse.
Entenda o caso
Os jogadores alegam que, ao chegarem a Porto Velho, foram alojados na residência de Loló e em um hotel de trânsito. Depois, teriam sido mandados para a cidade de Cerejeiras, em uma casa “em péssimas condições”, e levados a uma chácara onde, segundo eles, não havia energia elétrica ou água limpa para tomar banho. Eles disseram que chegaram a ser esquecidos no vestiário do estádio Aluízio Ferreira, após uma partida em que perderam por goleada.
Assinar:
Postagens (Atom)

